À vontade dos netos quando lhe fazíamos visitas
E acho que antes mesmo de pedir-lhe a benção
Ao entrar em sua casa já estávamos diante do móvel
A pegar bananas.
E o belo coração de boi, árvore toda pomposa a se
mostrar a nós
Velha mangueira frondosa bem ao lado da casa.
E na frente da casa de barro, de pau á pique
Que nossos tios a transformaram, subíamos
No pé de poncãs, que ao lado, no alto, abaixo, se
ofereciam.
As laranjas, baianas, peras, manga coquinho
Sem falar nos coquinhos, a nos receber na entrada do
sítio,
Que grudavam em nossas bocas.
Por fim, no lado do poço, azedas, mas de gosto mais
gostoso
As carambolas
Que hoje me lembra a doçura de minha mãe e das
minhas tias
Como estarão todas vocês
Minha mãe, minhas tias e as carambolas?
Maria de Jesus
Abril/2015

Otimas e verdadeiras lembranças meu caro primo. Ass. Claudenir
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